em um prefácio de prosador.
um épico de narrador
a contar o lugar que fez. .
Era uma cidade,
uma cidadezinha,
de pulmões sadios,
cheios de ar,
que saboreavam a água do mar,
e molhavam-se com as gotas da
[chuva;
sem se adoentar;
Caiam do sapê, no orvalho,
na azaleia, a delícia da terra.
Com todos os cheiros
do velho bordão:
da terra molhada,
que hei de cantar.
Um lugarejo escondido,
no meio do nada
onde não dá no mapa,
onde não precisa-se de arma
sem se adoentar;
Caiam do sapê, no orvalho,
na azaleia, a delícia da terra.
Com todos os cheiros
do velho bordão:
da terra molhada,
que hei de cantar.
Um lugarejo escondido,
no meio do nada
onde não dá no mapa,
onde não precisa-se de arma
[onde a arma não é bem vinda
Uma vila,
Uma aldeia,
a sombra de um verde tropical,
paradisíaco temperado,
baldeado pela mística
cordilheira do Nepal.
Meu amado lugar,
de um rio,
de uma cachoeira,
que desaba dos píncaros,
dos cumes,
das montanhas de cristal.
É da felicidade,
a porta de minha morada,
quero eu ir lá,
viver pelos lados,
na bonança da vida,
e o prazer, da dádiva,
de tê-la vivida.
Uma vila,
Uma aldeia,
a sombra de um verde tropical,
paradisíaco temperado,
baldeado pela mística
cordilheira do Nepal.
Meu amado lugar,
de um rio,
de uma cachoeira,
que desaba dos píncaros,
dos cumes,
das montanhas de cristal.
É da felicidade,
a porta de minha morada,
quero eu ir lá,
viver pelos lados,
na bonança da vida,
e o prazer, da dádiva,
de tê-la vivida.