Desculpas não são amigas,
os versos de ontem, não mais aqueles
que de outra estação, e outros invernos
não precisava dizer, mais do que antes...
o que disse antes, e parecia acabado,
oriundo de um pensamento,
um mero objeto imaculado,
e que eram os olhos
daquela fonte em alma.
Mas, explique o que é isso
de que forma darei por gosto,
ou mesmo não ser isso
a mesma estrofe de dúvidas
de que lancei e fui arremetido.
Explique as dúvidas,
do que terei amanhã,
quando o mundo acabar,
e eu for deixado de fora,
desconexo, de mim mesmo.