Uma linha reta, não é
mais que uma reta...;
um quadrilátero compacto
a traçar mais que o infinito,
nem tão infinito...,
que se finda em uma parede,
em ortogonal à reta.
Pessoas em pé acompanham as
[brechas;
escutam os compassos
do vagar dos passos
em procissão carregando
as pesadas cruzes de lágrimas e
[suor.
Neste quadrado,
há sentar, alguém espera;
um banco encravado,
no piso cinzento.
Donde se olha os cantos,
procurando ângulos,
mais que perfeitos;
o momento oportuno,
em que a linha intercepta,
e um vértice se formará.
Do bolso, se tira as horas,
e o tempo levanta,
espraia-se, é chegada;
então há um pórtico;
o engaste preso ao chão;
rente aos sobressaltos,
dos passos que agora,
lhe batem as costas.
Alguém o segura,
alguém o larga;
alguém há de sentar,
e põem-se a contar,
novamente,
qualquer coisa,
que o faça ali estar.
Rimas, falsetes e falseados e palavras que se confundem, se afastam e se juntam numa estrofe ou estribilho de um par de coisas ou coisa alguma