labaredas que transcendem,
o início de uma causa,
o meio sem fim,
uma utopia,
uma nova aurora.
E o cheiro das cinzas,
mascaram o regozijo dos faunos,
dos bosques misteriosos...
de um Woodstock.
Há fogo crepitando, e
sutiãs são queimados;
era um gesto tão explosivo,
e agora se fez rio,
se fez bruma,
se fez nada.
Mas as ninfas procuram,
eternizam-se na busca,
e o centauro delas foge.
Nuas, riem alto...
“Vou pegar você”!,
E o eco é sentido,
por toda a floresta.
“Há, há, há,
vocês não conseguem”.
É um filme?, é um retrato.
Quanto tempo?
Aqui e ali há cheiro,
há carne queimando,
há vida morrendo,
há vida nascendo.